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  • Créditos de ICMS: Reforma Tributária deve reduzir irregularidades

    Créditos de ICMS: Reforma Tributária deve reduzir irregularidades

    A complexidade atual do sistema de tributação sobre o consumo no Brasil gera um grande acúmulo de créditos de ICMS. Esse cenário trava o fluxo de caixa das empresas e abre espaço para erros no cálculo e na restituição desses créditos.

    Com a Reforma Tributária, que prevê a implantação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) a partir de 2028, especialistas indicam uma redução significativa desses problemas. O novo modelo tende a trazer mais previsibilidade, estabelecer prazos claros para restituição e diminuir distorções que afetam a concorrência entre empresas.

    Como ocorre hoje o acúmulo de créditos de ICMS

    No regime de Substituição Tributária (ST), a indústria ou o distribuidor recolhe o ICMS de forma antecipada. Como o preço final de venda ao consumidor ainda não é conhecido nesse momento, os Estados utilizam margens de lucro estimadas para calcular o imposto.

    Quando o varejista pratica um preço menor do que o estimado, surge um crédito de ICMS. Além disso, operações interestaduais e exportações também ampliam o volume de créditos acumulados, formando longas filas de restituição junto às Fazendas Estaduais.

    Cada Estado administra essas restituições de forma diferente. Essa falta de uniformidade favorece algumas empresas e prejudica outras, afetando diretamente a competitividade do mercado.

    Reforma Tributária: principais mudanças esperadas

    Segundo tributaristas, o sistema de substituição tributária do ICMS deixará de existir de forma gradual entre 2028 e 2032, dando lugar ao IBS. Com essa transição:

    • O Comitê Gestor do IBS assumirá a gestão dos créditos, substituindo o controle individual dos Estados;
    • A legislação estabelecerá prazos definidos para restituição, aumentando a previsibilidade financeira;
    • O modelo de split payment reduzirá emissões irregulares de notas fiscais e erros no cálculo de créditos.

    Essas medidas devem aumentar a segurança jurídica, diminuir o estoque de créditos acumulados e contribuir para um fluxo de caixa mais equilibrado nas empresas.

    Impactos práticos para as empresas

    Atualmente, muitos Estados evitam devolver créditos de ICMS porque isso reduz a arrecadação. Em São Paulo, por exemplo, mesmo com programas como o ProAtivo, o volume de créditos acumulados permanece elevado.

    Com a Reforma Tributária, os Estados deixam de controlar individualmente esses créditos. Essa mudança tende a reduzir atrasos e beneficiar empresas que dependem da restituição para manter liquidez e competitividade.

    Avalie agora o potencial de recuperação de créditos

    Durante a transição do ICMS para o IBS, muitas empresas ainda possuem valores expressivos a recuperar. Antecipar essa análise pode gerar impacto positivo direto no caixa e evitar perdas futuras.

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  • Créditos de ICMS: como transformar valores acumulados em liquidez imediata em 2026

    Créditos de ICMS: como transformar valores acumulados em liquidez imediata em 2026

    A recente movimentação da Justiça paulista, somada às rodadas do Programa ProAtivo e às mudanças trazidas pela reforma tributária, colocou os créditos de ICMS no centro das decisões estratégicas das empresas.

    Com o risco de devolução desses valores em até 20 anos, agir com planejamento deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade.

    Por que os créditos de ICMS se tornaram prioridade para as empresas

    Empresas, especialmente exportadoras, acumulam créditos de ICMS por características do próprio modelo de negócio, como:

    • compras tributadas com vendas isentas, como ocorre nas exportações;
    • diferenças de alíquotas;
    • aquisições de ativo imobilizado;
    • operações com margens reduzidas.

    Quando não utilizados, esses créditos ficam parados, impactando o fluxo de caixa e reduzindo a eficiência financeira da empresa.

    Justiça paulista reforça possibilidade de monetização imediata

    Decisões recentes da Justiça de São Paulo e do Tribunal de Justiça de São Paulo vêm autorizando a transferência imediata de créditos de ICMS a terceiros, principalmente para empresas exportadoras.

    Casos recentes já permitiram a liberação de mais de R$ 63 milhões em créditos, afastando limitações impostas pela Secretaria da Fazenda.

    Esse entendimento se apoia na Lei Kandir (LC nº 87/1996), reforçando o direito à utilização desses créditos e o princípio da não cumulatividade.

    Na prática, o Judiciário tem se consolidado como uma alternativa relevante diante da demora dos processos administrativos.

    Programa ProAtivo: como funciona e qual seu papel hoje

    O Programa ProAtivo, do Estado de São Paulo, continua sendo o principal mecanismo administrativo para transferência de créditos acumulados de ICMS.

    Ele permite a transferência autorizada entre empresas, desde que cumpridos requisitos técnicos e fiscais, por meio do sistema e-CredAc.

    É importante destacar que:

    • não se trata de venda livre de crédito;
    • a operação depende de autorização da SEFAZ;
    • há exigência de consistência fiscal e documental rigorosa.

    Hoje, o ProAtivo deve ser visto como parte de uma estratégia maior de liquidez, e não como uma solução imediata disponível a qualquer momento.

    12ª rodada do ProAtivo: o que ela mostrou ao mercado

    A 12ª rodada, aberta pela Portaria SRE nº 43/2025, reforçou o interesse e a demanda das empresas pela utilização de créditos acumulados.

    Entre os principais pontos observados, destacam-se:

    • limites de até R$ 120 milhões para exportadoras;
    • limites de até R$ 30 milhões para as demais empresas;
    • alta procura, com parte dos pedidos não atendidos;
    • reforço da necessidade de preparação prévia.

    Mesmo já encerrada, a rodada evidenciou um ponto importante: empresas preparadas saem na frente quando surgem novas oportunidades.

    ProAtivo ou ação judicial: qual o melhor caminho hoje?

    Com o cenário atual, as empresas precisam avaliar diferentes estratégias para utilizar seus créditos de ICMS.

    1. Utilização interna

    Compensação com débitos próprios, quando houver viabilidade operacional e fiscal.

    2. Transferência via ProAtivo

    • depende da abertura de novas rodadas;
    • exige preparo técnico antecipado.

    3. Via judicial

    • tem se mostrado eficaz, principalmente para exportadoras;
    • pode reduzir o tempo de acesso aos créditos.

    A melhor escolha depende da situação fiscal da empresa, do volume de crédito acumulado e do nível de urgência.

    Reforma tributária: o fator que mudou o jogo

    Com a reforma tributária, o ICMS será substituído, e os créditos poderão ser devolvidos em até 20 anos, com correção apenas pelo IPCA.

    Na prática, isso pode representar:

    • perda de valor ao longo do tempo;
    • impacto direto no caixa;
    • necessidade de antecipação de estratégias.

    Por isso, muitas empresas estão acelerando decisões para monetizar créditos enquanto ainda há alternativas viáveis.

    O que pode impedir sua empresa de utilizar os créditos

    Mesmo com saldo disponível, é comum enfrentar entraves como:

    • inconsistências na EFD ou GIA;
    • ausência de documentação adequada;
    • pendências fiscais;
    • erros em CFOP, CST e bases de cálculo;
    • falta de planejamento.

    Hoje, a governança fiscal é um dos principais diferenciais para transformar crédito acumulado em resultado financeiro.

    Como transformar créditos de ICMS em estratégia financeira

    Uma abordagem eficiente normalmente passa pelas seguintes etapas:

    1. diagnóstico do crédito acumulado;
    2. revisão fiscal e validação documental;
    3. organização no e-CredAc;
    4. definição da estratégia mais adequada, seja uso, transferência ou medida judicial;
    5. execução com acompanhamento especializado.

    Leia também: Programa ProAtivo e recuperação de crédito de ICMS em São Paulo

    Conclusão: o momento exige preparação, não espera

    Mesmo com o encerramento da última rodada do ProAtivo, o cenário atual mostra que novas oportunidades podem surgir, o Judiciário está mais favorável e a reforma tributária aumenta a urgência das decisões.

    Empresas que se antecipam conseguem transformar crédito em resultado. Já as que esperam correm o risco de perder valor ou até mesmo o próprio crédito.

    Quer avaliar o potencial de créditos de ICMS da sua empresa?

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  • ICMS: nova portaria abre a 12ª rodada de transferência de créditos acumulados

    ICMS: nova portaria abre a 12ª rodada de transferência de créditos acumulados

    A transferência de créditos acumulados de ICMS ganhou um novo impulso em São Paulo. A Portaria SRE nº 43, de 31 de julho de 2025, publicada no Diário Oficial do Estado, abriu a 12ª Rodada do Programa ProAtivo, permitindo que empresas transfiram créditos acumulados de ICMS para terceiros.

    Na prática, a medida amplia a liquidez das empresas e cria uma oportunidade concreta de transformar créditos parados em caixa ou fôlego financeiro imediato.

    Prazos e valores autorizados pela Portaria SRE nº 43/2025

    O período para protocolar os pedidos de transferência vai de 12 de agosto a 2 de setembro de 2025, abrangendo empresas de todos os setores econômicos.

    Os limites de valores autorizados nesta rodada são:

    • Até R$ 120 milhões para empresas exportadoras;
    • Até R$ 30 milhões para as demais empresas com créditos acumulados de ICMS.

    Esses valores reforçam a relevância da rodada, especialmente para empresas que acumulam créditos há anos sem conseguir utilizá-los.

    Por que essa rodada é estratégica para as empresas?

    Muitos créditos acumulados de ICMS permanecem retidos devido à burocracia, à lentidão dos processos ou à falta de planejamento tributário adequado. A abertura de uma nova rodada do ProAtivo cria uma oportunidade concreta para:

    • monetizar créditos acumulados de ICMS por meio de transferência autorizada;
    • melhorar o fluxo de caixa sem recorrer a financiamentos;
    • reduzir o risco de perda definitiva desses créditos.

    Além disso, a portaria reforça a importância de manter regularidade fiscal e escrituração correta, fatores essenciais para a aprovação dos pedidos.

    Atenção ao prazo: créditos podem ser perdidos

    Um ponto crítico da Portaria SRE nº 43/2025 é o prazo final para aproveitamento dos créditos.

    As transferências não realizadas até 31 de dezembro de 2026 poderão ser canceladas, o que representa risco direto de perda financeira para empresas que não se organizarem a tempo.

    Por isso, a análise antecipada dos créditos acumulados de ICMS se torna fundamental.

    Portaria SRE nº 43/2025

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    Se sua empresa possui créditos acumulados de ICMS, esta 12ª rodada do ProAtivo pode ser uma das melhores oportunidades dos últimos anos para transformar esses valores em resultado financeiro.

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  • Crédito de ICMS em diesel: cuidados para transportadoras em SP

    Crédito de ICMS em diesel: cuidados para transportadoras em SP

    A Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo (Sefaz/SP) tem intensificado a fiscalização sobre distribuidoras de combustíveis e clientes que adquirem produtos de empresas investigadas. “O órgão já lavrou mais de R$ 210 milhões em autos de infração e passou a responsabilizar distribuidoras e seus clientes de forma solidária pelo ICMS não recolhido.

    Para o setor de transportes, essa medida acende um alerta importante: empresas que compram diesel de distribuidoras autuadas podem perder o direito ao crédito de ICMS da aquisição, já que a legislação atribui ao comprador a responsabilidade de fiscalizar seus fornecedores.

    Transportadoras devem redobrar atenção às distribuidoras

    As transportadoras que utilizam grandes volumes de diesel precisam observar atentamente de quem estão comprando o combustível. Caso adquiram diesel de distribuidoras com Auto de Infração (AIIM) emitido pela Sefaz/SP, a fiscalização pode autuar as transportadoras e glosar o crédito de ICMS.

    Em alguns casos, a Fazenda já citou clientes dessas empresas como devedores solidários e pode incluí-los em processos de execução fiscal, mesmo sem participação direta na fraude.

    Ações recentes da Sefaz/SP

    Em agosto de 2025, a Sefaz/SP notificou contribuintes e distribuidoras, exigindo a comprovação do recolhimento do ICMS em operações de combustíveis. Ela lavrou 169 autos de infração, que juntos ultrapassam R$ 210 milhões.

    O órgão deixa claro que cabe às empresas adquirentes garantir que seus fornecedores estejam em dia com as obrigações tributárias. Caso contrário, o risco é perder os créditos de ICMS e ainda ser responsabilizado solidariamente.

    Impactos para o setor de transportes

    O diesel representa um dos maiores custos operacionais para transportadoras. Quando a empresa perde o direito ao crédito de ICMS, os gastos aumentam de forma significativa e prejudicar a competitividade das empresas.

    Por isso, é fundamental:

    • Verificar se a distribuidora de combustível está regular junto à Sefaz/SP;
    • Exigir comprovantes de recolhimento do ICMS nas notas fiscais;
    • Acompanhar publicações de autos de infração (AIIM) e demais comunicados oficiais;
    • Contar com assessoria especializada para evitar autuações e prejuízos financeiros.

    Oportunidades e prevenção

    Embora o cenário exija cautela, também traz oportunidades. Empresas que monitoram seus créditos e ajustam seus processos de compra podem evitar perdas significativas e fortalecer sua gestão tributária.

    A adoção de controles preventivos permite manter e utilizar corretamente os créditos de ICMS, sem riscos de glosa pela fiscalização.

    A Carvalho & Associados pode ajudar sua transportadora a identificar riscos na aquisição de diesel, preservar seus créditos de ICMS e evitar autuações fiscais.
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  • Resolução SFP-22: 12ª Rodada do ProAtivo autoriza R$ 1,5 bi em créditos acumulados

    Resolução SFP-22: 12ª Rodada do ProAtivo autoriza R$ 1,5 bi em créditos acumulados

    No dia 31 de julho de 2025, foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo a Resolução SFP-22, que estabelece a 12ª Rodada de Autorização para Transferência de Crédito Acumulado no âmbito do Programa ProAtivo, destinado a contribuintes com histórico de aquisições de bens para o ativo imobilizado.

    Essa nova rodada é uma oportunidade estratégica para empresas que possuem créditos acumulados de ICMS e desejam convertê-los em recursos financeiros, seja para uso interno, seja para venda autorizada pela Secretaria da Fazenda.

    Período e limite global

    A 12ª rodada será realizada entre 4 de agosto de 2025 e 30 de junho de 2026. O limite global autorizado para transferência nesta etapa é de R$ 1,5 bilhão.

    Além disso, a Subsecretaria da Receita Estadual definiu que o limite mensal será de R$ 150 milhões, com início de liberação das transferências a partir de setembro de 2025. Saldos não utilizados em um mês poderão ser somados aos meses seguintes.

    Limite por empresa

    Os limites de autorização por empresa nesta rodada serão:

    • R$ 120 milhões para empresas que exportaram diretamente para os Estados Unidos mercadorias acima de R$ 20 milhões entre 2021 e 2024;
    • R$ 30 milhões para as demais empresas.

    Impacto para empresas com créditos acumulados

    A Resolução SFP-22 representa uma janela de oportunidade para empresas que possuem grandes volumes de créditos acumulados de ICMS e desejam melhorar seu fluxo de caixa.

    A participação no ProAtivo pode permitir que valores parados sejam utilizados para quitar tributos ou convertidos em liquidez, reduzindo impactos financeiros e aumentando a competitividade no mercado. Quer saber se sua empresa pode aproveitar a Resolução SFP-22 e participar desta rodada do ProAtivo?

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  • Créditos de ICMS: empresas buscam alternativas para uso

    Créditos de ICMS: empresas buscam alternativas para uso

    A reforma tributária está provocando uma corrida entre empresas para não perder créditos de ICMS acumulados ao longo dos anos. A nova regulamentação prevê que o saldo credor existente até o fim de 2032 será devolvido em 20 anos, corrigido apenas pelo IPCA, o que pode impactar diretamente o fluxo de caixa e a competitividade dos negócios.

    Especialistas alertam que, apesar de o novo sistema trazer mais clareza, as empresas precisam agir rapidamente para garantir a utilização ou monetização desses valores antes da transição completa para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

    Estratégias adotadas pelas empresas

    Para evitar perdas, empresas têm adotado diferentes estratégias:

    • Ações judiciais para acelerar processos administrativos de devolução ou venda de créditos de ICMS;
    • Criação de novas atividades econômicas para consumir os créditos antes que percam validade;
    • Cisão de unidades do grupo empresarial para utilizar créditos como pagamento de tributos;
    • Venda de créditos autorizada pelas Secretarias da Fazenda, quando possível.

    No Paraná, já existem R$ 3,2 bilhões habilitados para devolução e R$ 1,3 bilhão em análise. Em São Paulo, o programa ProAtivo está parado desde maio de 2024, levando muitas empresas a recorrerem ao Judiciário para obter seus créditos de ICMS imediatamente.

    Impactos para exportadoras

    Exportadoras são especialmente afetadas, já que a saída de mercadorias para o exterior é isenta de ICMS. Isso significa que, ao pagar o imposto no início da cadeia, elas acumulam créditos de ICMS sem ter débitos suficientes para compensar.

    Exemplos do mercado mostram cifras bilionárias: Suzano (R$ 2,154 bilhões), Assaí (R$ 1,4 bilhão), Eldorado (quase R$ 1 bilhão), JBS (R$ 4,1 bilhões) e CSN (R$ 1 bilhão). Parte desses valores, contudo, pode não ser aproveitada se medidas não forem tomadas agora.

    O que muda com a reforma tributária

    Com a reforma, os saldos credores de ICMS no fim de 2032 poderão ser compensados com o IBS, mas após homologação que pode levar até dois anos. A devolução será feita em 240 parcelas (20 anos), com correção pelo IPCA.

    Para alguns tributaristas, essa é uma melhoria em relação ao sistema atual, mas o prazo e a forma de correção reduzem o valor real dos créditos. Além disso, cada Estado poderá estabelecer seu próprio procedimento de homologação, gerando incertezas.

    Como se preparar para não perder créditos de ICMS

    Empresas precisam:

    1. Mapear e validar todos os créditos de ICMS existentes;
    2. Avaliar a possibilidade de utilização interna ou venda;
    3. Acompanhar mudanças legislativas e regulatórias;
    4. Contar com assessoria especializada para acelerar liberações e evitar bloqueios administrativos.

    Quer saber como aproveitar ao máximo seus créditos de ICMS antes que seja tarde?
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